https://revista.faculdadeunimed.edu.br/index.php/RCFU1/issue/feedRevista Científica Faculdade Unimed2026-01-29T17:07:54+00:00Equipe Editorial RCFUrevistacientifica@faculdadeunimed.edu.brOpen Journal Systems<p><strong>A Revista Cientifica Faculdade Unimed</strong> é uma revista <em>online</em> quadrimestral, de acesso aberto e gratuito, que publica trabalhos originais na área: Educação Superior, Saúde, Gestão e Cooperativismo. <strong>A revista</strong> visa publicar artigos inéditos resultantes de pesquisas, de estudos teóricos, de traduções, de resenhas, de reflexões críticas sobre experiências e outros documentos de interesse da área.</p>https://revista.faculdadeunimed.edu.br/index.php/RCFU1/article/view/255ENTREVISTA DR. CARLOS ERNESTO STARLING2026-01-14T17:22:29+00:00Carlos Ernesto Starlingcarlosstarling1@me.com2026-01-14T17:15:10+00:00Copyright (c) 2026 Carlos Ernesto Starlinghttps://revista.faculdadeunimed.edu.br/index.php/RCFU1/article/view/254PESQUISA CLÍNICA NO SISTEMA UNIMED2026-01-14T17:22:29+00:00Ana Beatriz de Paivaanabeatriz.books@gmail.comJosé Antonio Ferreirajoseferreira@faculdadeunimed.edu.brNatália Cristina Alves Caetano Chaves Krohlingnataliachaves@faculdadeunimed.edu.brJoana Caporali Andrés Starlingjoana@infectioncontrol.com.brIsabela Borges Aleixoisabela@infectioncontrol.com.brMaria Tereza Dantas Bezerra Soaresterezadantas@faculdadeunimed.edu.brSabrina Colares Nogueirasabrinacolares@faculdadeunimed.edu.brFábio Leite Gastalfabio.gastal@segurosunimed.com.brCarlos Ernesto Ferreira Starlingcarlosstarling1@me.com<p>O Brasil vem ampliando consistentemente sua relevância no cenário global da pesquisa clínica, ao se apoiar em fatores estratégicos. Entre eles, destacam-se a diversidade populacional, que oferece oportunidades para estudos em diferentes grupos étnicos e perfis epidemiológicos, e a robustez do sistema de saúde nacional, capaz de sustentar iniciativas de grande porte. Soma-se a isso a promulgação da Lei 14.874/2024, que fortaleceu o marco regulatório e trouxe maior segurança jurídica e agilidade aos processos, tornando o país mais atrativo para investimentos e colaborações internacionais. Nesse contexto, a Unimed reconhece a pesquisa clínica como um diferencial fundamental para alinhar ciência, inovação e assistência em saúde. Para organizar e potencializar esse movimento, foi criado o Centro Nacional de Pesquisa Clínica e Tecnologia (CNPCT), responsável por estruturar centros de excelência, articular uma rede nacional de pesquisa e fomentar a integração entre diferentes polos. O programa implementado pelo CNPCT abrange desde a formação inicial de grupos emergentes até a consolidação de polos maduros, priorizando capacitação profissional, desenvolvimento de infraestrutura, suporte regulatório e qualificação para a condução de estudos multicêntricos. Além disso, parcerias estratégicas com CROs, indústria farmacêutica, universidades e agências de fomento vêm ampliando as oportunidades de cooperação. Desde 2024, a colaboração com a Science Valley tem sido decisiva para a captação de feasibilities e atração de protocolos nacionais e internacionais. Assim, o Sistema Unimed se projeta como um ecossistema de pesquisa clínica no Brasil e na América do Sul, consolidando sua imagem de inovação, credibilidade científica e compromisso com a qualidade assistencial.</p> <p>Palavras-chave: Rede de pesquisa. Estudos multicêntricos. Parcerias estratégicas. Inovação em saúde.</p>2026-01-06T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 Ana Beatriz de Paiva, José Antonio Ferreira, Natália Cristina Alves Caetano Chaves Krohling, Joana Caporali Andrés Starling, Isabela Borges Aleixo, Maria Tereza Dantas Bezerra Soares, Sabrina Colares Nogueira, Fábio Leite Gastal, Carlos Ernesto Ferreira Starlinghttps://revista.faculdadeunimed.edu.br/index.php/RCFU1/article/view/241MENSURAÇÃO DOS CUSTOS HOSPITALARES DO AVC ISQUÊMICO NO BRASIL POR GRUPOS RELACIONADOS AO DIAGNÓSTICO (DRG)2026-01-14T17:22:30+00:00Paula Daibertpaula.daibert@grupoiagsaude.com.brAna Cláudia Abreuana.abreu@grupoiagsaude.com.brMarcelo Carnielomarcelo@planisa.com.br<p>Fundamentação A mensuração de custos hospitalares ajustados por complexidade clínica é um desafio para sistemas de saúde em todo o mundo. A metodologia DRG Brasil Refinado possui a capacidade de dimensionar as diferenças de custo entre pacientes internados em diferentes níveis de severidade, oferecendo uma visão mais precisa e transparente da utilização de recursos. O acidente vascular cerebral isquêmico (AVCi), por sua relevância clínica e econômica, representa um cenário ideal para avaliar essa capacidade.</p> <p>Métodos Estudo observacional, retrospectivo, incluindo pacientes adultos (≥18 anos) internados por AVC isquêmico (CID-10 I63, I66) com alta hospitalar entre 2019 e 2024. A amostra é composta por 2.744 internações hospitalares. A análise foi conduzida pela metodologia DRG Brasil Refinado, considerando variáveis demográficas e clínicas, tempo de permanência hospitalar, uso de UTI, comorbidades e custos diretos hospitalares corrigidos. As comparações entre níveis de severidade foram feitas pelo teste de Kruskal–Wallis e pós-teste de Dunn com ajuste de Bonferroni. Modelos ajustados utilizaram regressão GLM Gamma com função log, fornecendo razões de custo (RC) entre os níveis de severidade.</p> <p>Resultados Dos 2.744 pacientes analisados, 41,8% foram classificados como nível de severidade 1, 36,9% como nível de severidade 2, 18,0% como nível de severidade 3 e 3,3% como nível de severidade 4. A idade mediana foi de 70 anos, com equilíbrio entre os sexos e mediana de 3 comorbidades. O custo mediano da internação variou de R$ 8.500 (nível de severidade 1) a R$ 32.000 (nível de severidade 4). O teste de Kruskal–Wallis indicou diferença global significativa (H=367,6; p<0,001). O pós-teste de Dunn mostrou que nível de severidade 1 difere significativamente de todos os outros níveis, enquanto o nível de severidade 2 e o nível de severidade 3 não diferiram entre si (p=0,30). O modelo GLM ajustado confirmou que apenas N4 manteve associação robusta com o custo (RC=2,17; IC95%: 1,66–2,82; p<0,001), enquanto N2 (RC=1,11; IC95%: 0,94–1,31; p=0,24) e N3 (RC=1,06; IC95%: 0,78–1,44; p=0,70) não apresentaram diferença significativa em relação a N1.</p> <p>Interpretação O estudo demonstra que o AVC isquêmico impõe ônus econômico substancial ao sistema de saúde brasileiro, sendo a severidade clínica capturada pelo DRG Brasil Refinado determinante central dos custos. A análise reforça a utilidade do DRG para ajustes de risco, comparabilidade inter-hospitalar e suporte a modelos de remuneração baseados em valor.</p> <p>Palavras-chave: Custos hospitalares. Epidemiologia. Grupos de diagnóstico relacionados. Economia da saúde. Acidente vascular cerebral isquêmico.</p>2026-01-06T19:55:16+00:00Copyright (c) 2026 Paula Daibert, Ana Cláudia Abreu, Marcelo Carnielohttps://revista.faculdadeunimed.edu.br/index.php/RCFU1/article/view/246INTEGRAÇÃO DE ASSISTÊNCIA E PESQUISA NO SISTEMA UNIMED2026-01-15T10:00:53+00:00José Antônio Ferreirajoseferreira@faculdadeunimed.edu.brAdriana de Melo Ferreiraadrianaferreira@faculdadeunimed.edu.brTatiana Rodrigues Carneiro tatianarodrigues@faculdadeunimed.edu.brNatália Cristina Alves Caetano Chaves Krohlingnataliachaves1@faculdadeunimed.edu.brMaria Tereza Dantas Bezerra Soares terezadantas@faculdadeunimed.edu.brSabrina Colares Nogueirasabrinacolares@faculdadeunimed.edu.brFábio Leite Gastalfabio.gastal@segurosunimed.com.brCarlos Ernesto Ferreira Starlingcarlosstarling1@me.com<p>A ética em pesquisa com seres humanos no Brasil é regida por um sistema normativo robusto, o Sistema CEP/CONEP, que se alinha a princípios internacionais como autonomia, beneficência, não maleficência e justiça. Nesse contexto, o Comitê de Ética em Pesquisa (CEP) da Faculdade Unimed desempenha um papel estratégico, fortalecendo a credibilidade e a autonomia científica da rede. A recente promulgação da Lei nº 14.874/2024 introduz importantes inovações, como prazos definidos para análise ética e a obrigatoriedade de planos de acesso pós-estudo. Essa nova legislação visa modernizar o marco regulatório, posicionando o Brasil de forma mais competitiva no cenário internacional para ensaios clínicos, mas necessita de regulamentação para preservar os avanços éticos conquistados ao longo das últimas décadas. Apesar dos desafios de sua operacionalização, essa transição regulatória representa uma oportunidade para o país se consolidar como referência em pesquisa clínica e na incorporação responsável de novas tecnologias.</p>2026-01-06T19:57:45+00:00Copyright (c) 2026 Adriana de Melo Ferreira, José Antônio Ferreira, Tatiana Rodrigues Carneiro , Natália Cristina Alves Caetano Chaves Krohling, Maria Tereza Dantas Bezerra Soares , Sabrina Colares Nogueira, Fábio Leite Gastal, Carlos Ernesto Ferreira Starlinghttps://revista.faculdadeunimed.edu.br/index.php/RCFU1/article/view/229EXCELÊNCIA ASSISTENCIAL E O PAPEL ESTRATÉGICO DA EQUIPE DE SAÚDE NA MELHORIA CONTÍNUA2026-01-14T17:22:32+00:00lorena oliveiralorenaferreira516@yahoo.com.br<p>Este artigo de revisão explora a interseção entre a acreditação hospitalar, a gestão da qualidade e a segurança do paciente, com foco na atuação da equipe de enfermagem. A partir de uma análise dos artigos científicos selecionados, busca-se compreender as contribuições, desafios e estratégias adotadas pelas instituições de saúde e pelos profissionais para alcançar e manter os padrões de excelência na assistência. Serão abordados os benefícios da acreditação para a qualidade do cuidado, a segurança do paciente, o desenvolvimento profissional e a otimização dos processos, bem como os obstáculos enfrentados, como a resistência à mudança e a gestão de recursos. A relevância do enfermeiro como agente central neste processo será destacada, evidenciando seu papel na liderança, capacitação e monitoramento contínuo das ações de qualidade.</p>2026-01-06T20:02:46+00:00Copyright (c) 2026 lorena oliveirahttps://revista.faculdadeunimed.edu.br/index.php/RCFU1/article/view/226ESTUDANTES AUTISTAS NO ENSINO SUPERIOR2026-01-14T17:22:33+00:00Tatiana Rodrigues Carneirotatianacarneiro@hotmail.comLurya Almeida Kellerluryaalmeida303@gmail.com<p>Esse trabalho propõe uma reflexão a respeito da evolução da legislação brasileira sobre inclusão, mostrando como ela reflete e impulsiona as mudanças nas concepções de "normalidade" e "deficiência" na educação. Além de trazer os desafios e oportunidades relacionadas à inclusão de alunos autistas no ensino superior. A evolução histórica e legislativa relacionada à inclusão trouxe avanços significativos, mas também desafios persistentes. Percebe-se que a transformação dos conceitos de "normalidade" e "deficiência", também tem influenciado a educação na valorização da diversidade e remoção de barreiras. No entanto, a transição não é simples, e exige um esforço contínuo para que a teoria se reflita plenamente na prática, especialmente no ensino superior, onde ainda há carência especialmente de acessibilidade atitudinal e pedagógica.</p>2026-01-14T16:24:54+00:00Copyright (c) 2026 Tatiana Rodrigues Carneiro, Lurya Almeida Kellerhttps://revista.faculdadeunimed.edu.br/index.php/RCFU1/article/view/243MENSURAÇÃO DE DESFECHOS EM SAÚDE NO BRASIL2026-01-14T17:22:33+00:00Paula Daibertpaula.daibert@grupoiagsaude.com.brMarina Haradamarina.palmerston@grupoiagsaude.com.brCarolina Coutocarolina.couto@grupoiagsaude.com.brMozar Netomozar.castro@grupoiagsaude.com.br<p>O estudo apresenta a experiência pioneira de instituições públicas e privadas de saúde brasileiras na implementação dos conjuntos de desfechos do International Consortium for Health Outcomes Measurement (ICHOM). O objetivo foi avaliar a factibilidade e a aplicabilidade dessa prática em um contexto marcado por desigualdades regionais e institucionais. Utilizou-se uma metodologia em fases, que incluiu seleção colaborativa das linhas de cuidado apoiada por business intelligence, definição de indicadores, padronização de protocolos, rounds estruturados, treinamento de equipes multiprofissionais e integração tecnológica por meio de plataformas digitais e sistemas de apoio à qualidade. Participaram 13 instituições, com 652 pacientes incluídos em diferentes linhas de cuidado, como câncer de mama, pessoa idosa, acidente vascular cerebral, doença arterial coronariana, insuficiência cardíaca e osteoartrite de quadril e joelho. As taxas de resposta alcançaram 100% no câncer de mama, 93% na pessoa idosa, variando de 23% a 91% na doença arterial coronariana, 100% de coleta baseline em AVC e osteoartrite quando workflows estavam integrados, e 100% no baseline para insuficiência cardíaca (57% no total do set). O número de indicadores coletados variou de 26 a 119, com adesão distinta por conjunto (de 57% a 100%). Os resultados indicaram impactos clínicos e organizacionais relevantes, como identificação de sofrimento emocional pós-AVC, engajamento multiprofissional e uso de dashboards para governança assistencial. Conclui-se que a mensuração estruturada de desfechos é factível e estratégica para reduzir variações injustificadas, fortalecer a governança clínica e apoiar a transição para modelos de remuneração baseados em valor, em sintonia com a missão do Centro Nacional de Pesquisa Clínica e Tecnologia da Fundação Unimed (CNPCT-FU).</p> <p><strong>Palavras-chave </strong></p> <p>Saúde baseada em valor. Mensuração de desfechos. ICHOM. Governança clínica. Desigualdades em saúde.</p>2026-01-06T19:53:37+00:00Copyright (c) 2026 Paula Daibert, Marina Harada, Carolina Couto, Mozar Netohttps://revista.faculdadeunimed.edu.br/index.php/RCFU1/article/view/250INOVAÇÃO FRUGAL COMO ESTRATÉGIA DE SEGURANÇA HOSPITALAR2026-01-29T17:07:54+00:00Giovanny Melogiovanny.sm@hotmail.comPetrucio Sarmentopetrucio@grutorax.com.br<p>A relação entre equipamentos médicos e a segurança do paciente é determinante para a qualidade da assistência em saúde. Esses dispositivos, de alto valor agregado, estão sujeitos a riscos que incluem uso inadequado e extravio, especialmente em situações de agitação psicomotora em serviços de emergência, que podem resultar em eventos adversos. Este relato de caso, realizado no Hospital Alberto Urquiza Wanderley (Unimed João Pessoa), descreve o desenvolvimento de uma solução de baixo custo, concebida e implementada pela Engenharia Clínica da instituição, após incidentes envolvendo pacientes e monitores multiparâmetros. A aquisição de suportes originais mostrou-se financeiramente inviável, motivando a criação de travas de ancoragem produzidas por impressão 3D. O dispositivo apresentou custo unitário significativamente inferior, mantendo segurança e funcionalidade. Testes práticos confirmaram sua eficácia, prevenindo quebras, remoções não autorizadas e extravios de equipamentos, além de evitar transferências indevidas entre setores. Desde sua implementação, em 2023, não foram registrados novos incidentes. Este estudo reforça a importância da inovação frugal e destaca o papel estratégico da Engenharia Clínica na mitigação de riscos, na proteção patrimonial, na promoção da segurança do paciente e no fomento à inovação e gestão de tecnologias para saúde.</p>2026-01-29T17:07:54+00:00Copyright (c) 2026 Giovanny Melo, Petrucio Sarmentohttps://revista.faculdadeunimed.edu.br/index.php/RCFU1/article/view/242OS IMPACTOS DA DESASSISTÊNCIA NA SAÚDE DURANTE A PANDEMIA E A ATUAÇÃO DA ATENÇÃO PRIMÁRIA NO ENFRENTAMENTO DA DEMANDA REPRIMIDA GERADA NO PERÍODO PÓS PANDÊMICO.2026-01-14T17:22:34+00:00Jéssica de Paula Paschoalinojessica_ppp@hotmail.com<p>Introdução: A pandemia de COVID-19 evidenciou as fragilidades dos sistemas de saúde em todo o mundo, incluindo o colapso da capacidade assistencial diante do volume de casos. Paralelamente, surgiu a desassistência em saúde, causada tanto pelas medidas de restrição quanto pela baixa procura por serviços médicos, gerando uma expressiva demanda reprimida. Objetivo: analisar o impacto da desassistência e consequente demanda reprimida da saúde e atuação da Atenção Primária à Saúde no enfrentamento. Metodologia: revisão da literatura através de publicações em bibliotecas digitais, organizações de saúde e fóruns médicos e econômicos. Conclusão: A análise da literatura evidencia dados alarmantes de desassistência durante o período da pandemia, com suspensão e adiamento de um volume considerado de atendimentos na saúde. O impacto foi grande, agravando doenças pré existentes, aumentando mortalidade e gerando uma demanda reprimida no pós pandemia, com aumento dos custos assistenciais. Neste cenário, Atenção Primária à Saúde (APS) se mostra fundamental no enfrentamento a crise de desassistência e demanda geradas, se destacando como uma estratégia central na reorganização do sistema. Como porta de entrada e estrutura coordenadora do cuidado permite organizar os fluxos assistenciais, promover o acesso oportuno e evitar a sobrecarga de serviços de alta complexidade. A implementação efetiva da APS, inclusive na saúde suplementar, aliada ao uso de tecnologias e novas formas de cuidado (como atendimento remoto e equipes multidisciplinares), mostra-se essencial para reverter os efeitos da desassistência, melhorar os indicadores de saúde e conter custos a longo prazo.</p>2026-01-14T16:43:36+00:00Copyright (c) 2026 Jéssica de Paula Paschoalino